serve esta para vos espicaçar a curiosidade e para que se apercebam (mais uma vez) o quão perdida está a humanidade.
isto tudo porque os (poucos) gatos-pingados que vão parar ao meu humilde (e desinteressante) blog vão com segundas intenções que fariam corar a mais devassa das meninas de montra de Amsterdão.
como devem calcular, a maior parte deles vai à procura de sex[abro aqui um parêntesis importante. não é que o meu blog tenha referências explícitas a sexo (quanto a implícitas não comento...), nem tão pouco (muitas) caralhadas e afins. tem sim palavras chave espalhadas nos recantos mais escuros do servidor que, quando amarfanhadas por um qualquer motor de busca (o google parece ser o mais perverso), se transformam numa verdadeira novela erotico-sado-maso-porno-insira a sua perversão preferida aqui. fica a ressalva]o. coitadinhos, vêm mesmo ao engano.
bem que procuram fotos de gajas nuas, amadoras, sexo em grupo, etcs e outros que tais e não levam nada disso. já sabem, se quiserem aumentar o sucesso de vosso site votado ao abandono, é só fazer isto que fiz mesmo agora. espera aí, toma lá um sexo anal e uns facials para complementar bem a coisa. parecendo que não só mesmo nós é que nos damos ao trabalho de ver isto.
como é que havemos de conquistar o mundo?? (já me esquecia...) caralho!!
sai um pastelinho de bacalhau...
sexta-feira, 24 de junho de 2005
segunda-feira, 20 de junho de 2005
Hugo e os roedores (Parte CDXLII)
Ora cá estou!
E’ verdade. Ainda estou vivo e escrevo neste blog. Desta vez deixo-vos o meu relato com os roedores desta cidade. Depois de tudo o que passei com ratos parece que a saga teima em continuar. Deslarguem-me!! Já me redimi! Soltei a rata-d’ água!! Enfim, passo a explicar.
Embora vivesse numa pocilga estudantil com alarmes de incêndio a soar repetidamente pela noite fora, varias vezes por semana, que era para não me desabituar, o certo é que esta residência era uma mansão situada a escassas yards de St James’s Park. Um belo parque citadino mas repleto da mais extraordinária fauna exótica mais ou menos domesticada. Entre a qual se incluía o belo do esquilo cinzento.
Ora numa das minhas corridas (mais ou menos diárias) encontrei um casal a dar comida a um destes seus habitantes. O esquilo porem quando me viu a aproximar apanhou um susto e desatou a correr. No entanto, com o seu diminuto cérebro sciurideo, embateu violentamente no meu sapato e ficou estendido no chão durante alguns segundos.
Numa outra incursão decidi levar umas quantas nozes para me redimir do sucedido. Lá encontrei um sitio com uns quantos esquilos e estendi a mão. Vieram alguns e apareceu por entre os arbustos um outro.
-Olha coitadinho, não tem cauda. Toma lá uma noz!
Quando ele se aproximou é que reparei que não era bem um esquilo, era mais uma ratazana afoita. Dasse!!
Mas o ex-libris foi mesmo a historia que me rendeu o epíteto de PERVERT!!
Ora estava eu a voltar da faculdade e decidi passar pelo parque porque levava umas amêndoas no bolso. Esta historia fica melhor se a traduzirem para inglês. O que eu não o farei porque a minha religião não o permite.
Como estava dizer, estava eu perto de uma arvore no parque quando avisto um esquilo. Desta vez era mesmo um esquilo!
-B’chinho, b’chinho! - chamei eu.
Este era muito simpático e sentou-se na minha perna a comer as minhas amêndoas (podem começar a traduzir se quiserem!).
Qual não foi o meu espanto quando reparo que o desgraçado tinha uma espécie de quisto no peito.
-Ah coitadinho. Toma lá mais umas amêndoas.
E comecei a tentar ver se o quisto seria maligno. Sim porque eu foi voluntário durante vários anos no Centro de Recuperação de Monsanto.
Maligno não era, mas que era grande era.
-Olha e tem outro igual no lado esquerdo. Ups…..
E’ verdade. Ainda estou vivo e escrevo neste blog. Desta vez deixo-vos o meu relato com os roedores desta cidade. Depois de tudo o que passei com ratos parece que a saga teima em continuar. Deslarguem-me!! Já me redimi! Soltei a rata-d’ água!! Enfim, passo a explicar.
Embora vivesse numa pocilga estudantil com alarmes de incêndio a soar repetidamente pela noite fora, varias vezes por semana, que era para não me desabituar, o certo é que esta residência era uma mansão situada a escassas yards de St James’s Park. Um belo parque citadino mas repleto da mais extraordinária fauna exótica mais ou menos domesticada. Entre a qual se incluía o belo do esquilo cinzento.
Ora numa das minhas corridas (mais ou menos diárias) encontrei um casal a dar comida a um destes seus habitantes. O esquilo porem quando me viu a aproximar apanhou um susto e desatou a correr. No entanto, com o seu diminuto cérebro sciurideo, embateu violentamente no meu sapato e ficou estendido no chão durante alguns segundos.
Numa outra incursão decidi levar umas quantas nozes para me redimir do sucedido. Lá encontrei um sitio com uns quantos esquilos e estendi a mão. Vieram alguns e apareceu por entre os arbustos um outro.
-Olha coitadinho, não tem cauda. Toma lá uma noz!
Quando ele se aproximou é que reparei que não era bem um esquilo, era mais uma ratazana afoita. Dasse!!
Mas o ex-libris foi mesmo a historia que me rendeu o epíteto de PERVERT!!
Ora estava eu a voltar da faculdade e decidi passar pelo parque porque levava umas amêndoas no bolso. Esta historia fica melhor se a traduzirem para inglês. O que eu não o farei porque a minha religião não o permite.
Como estava dizer, estava eu perto de uma arvore no parque quando avisto um esquilo. Desta vez era mesmo um esquilo!
-B’chinho, b’chinho! - chamei eu.
Este era muito simpático e sentou-se na minha perna a comer as minhas amêndoas (podem começar a traduzir se quiserem!).
Qual não foi o meu espanto quando reparo que o desgraçado tinha uma espécie de quisto no peito.
-Ah coitadinho. Toma lá mais umas amêndoas.
E comecei a tentar ver se o quisto seria maligno. Sim porque eu foi voluntário durante vários anos no Centro de Recuperação de Monsanto.
Maligno não era, mas que era grande era.
-Olha e tem outro igual no lado esquerdo. Ups…..
terça-feira, 14 de junho de 2005
Vida de peixe
sai um pastelinho de bacalhau...
Bem... como eu nao tenho mesmo mais nada para contar... que valha a pena... continuo com os meus diarios de peixe.
Pis este belo domingo o meu orientador vei por os peixinhos a acasalar. E perguntam voces... por como? Pois eles estam sempre juntos no aquario e o q nos fazemos e por uma rede entre os peixitos e o fim do aquario, para que eles nao comam os ovos quando so puserem. (Estes peixes sao mesmo muito burros!).
Pois o caro senhor pos as redes tao bem postas que eu nao tive ovos (buaaaaaaaaaaa). Redes a tocarem no fundo=peixes sugarem ovos para comer. Redes mal vedadas=peixes livremente no aquario=ovos comidos.
Moral da historia:o meu orientador so e bom para as politiquices, porque no que se trata de trabalho experimental vai la vai!
Bem haja!
Bem... como eu nao tenho mesmo mais nada para contar... que valha a pena... continuo com os meus diarios de peixe.
Pis este belo domingo o meu orientador vei por os peixinhos a acasalar. E perguntam voces... por como? Pois eles estam sempre juntos no aquario e o q nos fazemos e por uma rede entre os peixitos e o fim do aquario, para que eles nao comam os ovos quando so puserem. (Estes peixes sao mesmo muito burros!).
Pois o caro senhor pos as redes tao bem postas que eu nao tive ovos (buaaaaaaaaaaa). Redes a tocarem no fundo=peixes sugarem ovos para comer. Redes mal vedadas=peixes livremente no aquario=ovos comidos.
Moral da historia:o meu orientador so e bom para as politiquices, porque no que se trata de trabalho experimental vai la vai!
Bem haja!
segunda-feira, 13 de junho de 2005
o meu WC dava um zoo...
no espírito do pastelinho anterior e enquanto espero que o trabalho me bata à porta outra vez, deixo-vos umas breves palavras susceptíveis de chocar os mais impressionáveis.
a esta altura estarão vós a perguntar "mas que raio de título?", enquanto conjecturam "lá vem este palhaço com histórias que não interessam nem ao menino Jesus, e capazes de levar ao suicídio a mais paciente das alminhas que vagueia neste calhau à Via Láctea plantado". não querendo maçar-vos em demasia, aqui fica a bela da história. até teria piada se não fosse verdade, ou se tivesse acontecido a outro. como é a mim, não consigo alcançar o humor desta situação.
é certo e sabido que os osgas não primam pela higiene. para tal, basta ir a um qualquer WC público para constatar uma de duas coisas (aliás três...): ou não têm pontaria, ou são uns valentes porcos, ou defecam e urinam (não quis dizer cagam e mijam porque afinal de contas isto é um blog sério) de olhos fechados. pessoalmente, eu voto na última. portanto, esta introdução toda para chegar ao busílis da questão. o meu WC em casa. flatshare a quanto obrigas, de 5 em 5 semanas calha aqui ao "Batatinha" limpar o WC. ora, uma das tarefas que está descrita na merda do papel que ninguém parece ler, é remover o pelume que está nos ralos. lavatório, tudo muito bem, direitinho, nunca há nada. já quando chegamos à banheira, o caso muda de figura. palpita-me que serei o único habitante daquela casa que se dá ao trabalho de retirar o pelume. doutra forma é impossível que sempre que limpo a merda da casa de banho saia um magnífico "roadkill" do ralo. um verdadeiro micromamífero, maior que muita ratazana que anda pelas ruas de Londres. felizmente não tem dentinhos, senão bem que me arrancava um dedo ou o narizinho vermelho...
bom, espero ter feito uma descrição suficientemente gráfica para vos deixar enojados. se tivesse uma máquina digital e não tivesse as mãos ocupadas durante o processo de armadilhagem (uma com o bicho, a outra a evitar o vómito) deixaria um recuerdo visual. assim sendo, fico por aqui...
sai um pastelinho de bacalhau...
a esta altura estarão vós a perguntar "mas que raio de título?", enquanto conjecturam "lá vem este palhaço com histórias que não interessam nem ao menino Jesus, e capazes de levar ao suicídio a mais paciente das alminhas que vagueia neste calhau à Via Láctea plantado". não querendo maçar-vos em demasia, aqui fica a bela da história. até teria piada se não fosse verdade, ou se tivesse acontecido a outro. como é a mim, não consigo alcançar o humor desta situação.
é certo e sabido que os osgas não primam pela higiene. para tal, basta ir a um qualquer WC público para constatar uma de duas coisas (aliás três...): ou não têm pontaria, ou são uns valentes porcos, ou defecam e urinam (não quis dizer cagam e mijam porque afinal de contas isto é um blog sério) de olhos fechados. pessoalmente, eu voto na última. portanto, esta introdução toda para chegar ao busílis da questão. o meu WC em casa. flatshare a quanto obrigas, de 5 em 5 semanas calha aqui ao "Batatinha" limpar o WC. ora, uma das tarefas que está descrita na merda do papel que ninguém parece ler, é remover o pelume que está nos ralos. lavatório, tudo muito bem, direitinho, nunca há nada. já quando chegamos à banheira, o caso muda de figura. palpita-me que serei o único habitante daquela casa que se dá ao trabalho de retirar o pelume. doutra forma é impossível que sempre que limpo a merda da casa de banho saia um magnífico "roadkill" do ralo. um verdadeiro micromamífero, maior que muita ratazana que anda pelas ruas de Londres. felizmente não tem dentinhos, senão bem que me arrancava um dedo ou o narizinho vermelho...
bom, espero ter feito uma descrição suficientemente gráfica para vos deixar enojados. se tivesse uma máquina digital e não tivesse as mãos ocupadas durante o processo de armadilhagem (uma com o bicho, a outra a evitar o vómito) deixaria um recuerdo visual. assim sendo, fico por aqui...
sai um pastelinho de bacalhau...
quarta-feira, 8 de junho de 2005
tééééééédiiiioooooooooooooo
é verdade... estou careca, verde, marreca, roxa às bolinhas postulentas prestes a rebentar de tédio... e férias só lá para novembro, de preferência para os trópicos, para beber águas de coco melhores (espera-se) que a única que tive a ideia tresloucada de provar...
para começar bem o dia meti no juízo que havia de vir de chinelos para o local que trabalho, porque me estou pouco marimbando para o que os outros pensam e porque a qualidade das minhas tarefas não depende do que trago vestido. ou melhor, até posso por a coisa na partir do prisma quanto maior o conforto, melhor o desempenho. até à data ninguém me moeu o juízo. amanhã repito a dose.
vocês sabem o quanto eu adooooooooooooooooooro que me pisem o meu prezado espaço. pois é, mas parece que há aqui certos e determinados elementos que têm necessidade de o pisar. ora hoje o dia de trabalho começou assim:
certo e determinado elemento:
- tu assim [com os óculos a meio do nariz] pareces o mário soares. - e toca de dar calduço na menina.
eu:
- e isso é para eles descerem ainda mais? - podem imaginar a quantidade de doçura que este comentário perspira...
certo e determinado elemento:
- epá desculpa! tu começas o dia logo mal disposta! para a próxima dou na testa para eles subirem! desculpa lá, fogo. - ou qualquer coisa do género.
acho piada. não me respeitam o espaço e querem sorrisos e meiguices. era só o que mais me faltava.
horas mais tarde:
eu:
-então, já te passou a má disposição?
certo e determinado elemento:
- a mim? - blah blah que não consigo reproduzir.
eu:
- quando fazem coisas que não gosto, reajo.
certo e determinado elemento:
- se eu não te conhecesse...
eu:
- eu estou aqui há 4 meses, achas que me conheces? - para com os meus botões, nem que estivesse aqui há um ano...
certo e determinado elemento:
- já estou a ficar com medo - e uma qualquer referência ao diabo.
o.O
já não me bastava o tipo que deu porrada no presidente e que tem fama de exibicionista no jardim e de fazer chamadas para as senhoras aqui da terra gostar muito de mim, um taxista demasiado solícito que olha demais na piscina e me oferece boleia porque está com cara de que vai chover (- deixe lá, não é preciso - sorriso amarelo aka desampara-me a loja!), o semi avariado da piscina que consegue entremear uma conversa com um comentário qualquer que nunca apanho e que tem uma má impressão, à partida, dos biólogos, mas que me conta a vida toda, o engenheiro cá do sítio que me moi o juízo por tudo o que se lembra (estou sempre a levar na cornadura, mas não soa a maldoso), e vêm-me este caramelo f****-me o juízo...
sai um pastelinho de bacalhau...
para começar bem o dia meti no juízo que havia de vir de chinelos para o local que trabalho, porque me estou pouco marimbando para o que os outros pensam e porque a qualidade das minhas tarefas não depende do que trago vestido. ou melhor, até posso por a coisa na partir do prisma quanto maior o conforto, melhor o desempenho. até à data ninguém me moeu o juízo. amanhã repito a dose.
vocês sabem o quanto eu adooooooooooooooooooro que me pisem o meu prezado espaço. pois é, mas parece que há aqui certos e determinados elementos que têm necessidade de o pisar. ora hoje o dia de trabalho começou assim:
certo e determinado elemento:
- tu assim [com os óculos a meio do nariz] pareces o mário soares. - e toca de dar calduço na menina.
eu:
- e isso é para eles descerem ainda mais? - podem imaginar a quantidade de doçura que este comentário perspira...
certo e determinado elemento:
- epá desculpa! tu começas o dia logo mal disposta! para a próxima dou na testa para eles subirem! desculpa lá, fogo. - ou qualquer coisa do género.
acho piada. não me respeitam o espaço e querem sorrisos e meiguices. era só o que mais me faltava.
horas mais tarde:
eu:
-então, já te passou a má disposição?
certo e determinado elemento:
- a mim? - blah blah que não consigo reproduzir.
eu:
- quando fazem coisas que não gosto, reajo.
certo e determinado elemento:
- se eu não te conhecesse...
eu:
- eu estou aqui há 4 meses, achas que me conheces? - para com os meus botões, nem que estivesse aqui há um ano...
certo e determinado elemento:
- já estou a ficar com medo - e uma qualquer referência ao diabo.
o.O
já não me bastava o tipo que deu porrada no presidente e que tem fama de exibicionista no jardim e de fazer chamadas para as senhoras aqui da terra gostar muito de mim, um taxista demasiado solícito que olha demais na piscina e me oferece boleia porque está com cara de que vai chover (- deixe lá, não é preciso - sorriso amarelo aka desampara-me a loja!), o semi avariado da piscina que consegue entremear uma conversa com um comentário qualquer que nunca apanho e que tem uma má impressão, à partida, dos biólogos, mas que me conta a vida toda, o engenheiro cá do sítio que me moi o juízo por tudo o que se lembra (estou sempre a levar na cornadura, mas não soa a maldoso), e vêm-me este caramelo f****-me o juízo...
sai um pastelinho de bacalhau...
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