terça-feira, 4 de abril de 2006

Afinal não somos os únicos com histórias do arco da velha!

Oh Hugo, desculpa retirar do topo da página a tua meteórica ascenção à fama, mas esta história é digna do terapia de grupo... E já agora, se me permitem, a polémica da caixa de comentários também é digna de destaque.
Só tenho um conselho: quando pensarem em vir-me visitar (se é que algum dia isso vai acontecer) evitem o fim do mês...

sábado, 1 de abril de 2006

A minha ascenção para a fama


Pois há cerca de duas semanas comecei a minha árdua jornada nesse tortuoso caminho que me levará ao estrelato. Não, não ganhei o euromilhões (embora não saiba porquê), nem vou pôr natas batidas nos morangos com açúcar.
Estive sim na campanha eleitoral dessa figura mítica Lopes da Silva. Já devem saber a quem me refiro se têm acompanhado os serões de sexta-feira. Um legado trazido da sic bués mas que mantém o mesmo nível de (in)sanidade mental neste oásis de estupidificação saloia que povoa a televisão portuguesa... e arrisco mesmo mundial.
Bem, sem mais divagações deixo-vos a prova da minha excelente prestação artística, muito louvada pelos próprios autores/artistas do Gato Fedorento. Só têm que esperar um bocadinho... Bocadinho!... Bocadinho!!... e lá estarei eu... no meio da pitalhada acabadinhos de se baladarem às aulas do secundário.
-E que estavas tu lá a fazer?-perguntam vocês meus amigos. Não sei, respondo-vos eu.



http://www.youtube.com/watch?v=jDXSUqdVz5c&search=gato%20fedorento

terça-feira, 21 de março de 2006

Loooira!

quinta-feira, 16 de março de 2006

Publicidade

Não sei se já repararam ou se já se deram conta, mas para os mais despistados aqui faço um anúncio:
decidi-me juntar ao mundo bloggista e criar o meu próprio blog, por isso se quiserem ir visitar-me de deixar comentários (mesmo que sejam maldosos, mas não muito) estejam à vontade. Aqui fica o site:
http://agnesemleiden.blogspot.com
Um bem haja... e espero pela vossa visita
sai um pastelinho de bacalhau...

segunda-feira, 6 de março de 2006

"Ninguém te pode dizer o que fazer agora"

É dificil começar. Tenho vontade de começar com porquê?, mas sei que não tenho direito de fazer esta pergunta. Foi uma decisão tua e respeito-a. Gostava que me explicasses porque preferiste tu planeá-la em vez de dizeres algo, a mim, a algum de nós, a alguém em quem confiasses...
Da última vez que falámos sobre isto concordaste comigo, há bons e maus momentos. E mesmo depois de alturas terríveis depreendemo-nos com outras surpreendentemente agradáveis e conseguimos acreditar que vale a pena continuar. E eu pedi-te, quando voltares a estar em baixo, telefona-me, avisa-nos. Mas tu não quiseste. Sinto uma tristeza inexplicável, ainda te ouço a rir, a dizer disparates e a beber chocolate quente na esplanada. Mas sinto também uma revolta enorme por nem um adeus nos teres dito. Acho que éramos mais do que amigos para o cafézinho e para a palhaçada.
Queria tanto perguntar-te porquê. Quem me dera compreender. Compreendi que tinhas o teu mundo, protegido por muralhas fortes que só por momentos abrias os ferrolhos e nos deixavas espreitar. Compreendi a tua ânsia em que nós abríssemos os nossos ferrolhos e te deixássemos entrar. Será que não deixámos o suficiente?
E todos os teus projectos? E todos os nossos projectos e viagens e passeios e cafés? Ou um mero telefonema?
Tinhas todo o direito de tomar a vida com as tuas mãos, mas deixaste-me um vazio. E em tantos outros que se calhar nunca imaginaste. Terias esse direito?
É a minha perspectiva egoísta de ver o que aconteceu. Mas vou ter muitas saudades tuas. E embora saiba que estarás muitas vezes presente pois faremos questão que estejas, tenho mágoa que não tivéssemos podido chegar-te de outra maneira.
Acho que agora estás em paz. Talvez fosse o que sempre procuraste. Aqui é tudo demasiadamente tumultoso e efémero mas ao mesmo tempo tão enriquecedor e desafiante. Mas claro, depende da perspectiva que queremos adoptar.
Ficará o vazio...